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Marco Novais

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05 de Novembro de 2008

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Spawn 185 Esgotado

A edição número 185 da revista Spawn esgotou rapidamente após o seu lançamento. Esta edição, ilustrada por Whilce Portacio, marca o início de um novo arco de história e do regresso do seu criador, Todd McFarlane, que irá estar a cargo do argumento. Em Maio de 1992 McFarlane lança no mercado o Spawn número 1 que se tornaria num dos títulos principais da editora Image também fundada nesse ano.
Para além do inesquecível e apocalíptico início da história, onde nos é apresentado pela primeira vez o enigmático Patient 47, o enredo vai revelar-se num dos maiores mistérios da mitologia Spawn até à data.
Está já prevista para breve uma segunda edição.


26 Comentários

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Optimus Prime
05 de Novembro 2008 / 02:43

E,na fase anterior o 1 numero também esgotou?????????
Spawn ja não era grande coisa mesmo no inicio. :(
E esses Esgotados são fictícios na maior parte das vezes ainda se acham nas lojas muitas 1as edições nas lojas,já vi isso n vezes e ate comprei uma 1a primeira edição “esgotada” no Mundo Fantasma.
Nem com o regresso do Todd McFarlane,eu compro isso e eu gosto da arte dele,mas Como argumentista é Fraquinho,ele devia era desenhar. :(


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José Rui Fernandes
05 de Novembro 2008 / 06:03

O número 1 nunca esgotou. Foram colocados milhares “no frigorífico”, pois foi editado praticamente no auge da especulação nos EUA. Depois a bolha rebentou e começaram a aparecer por aí. Separei dois dos 80.000 recentemente.
As situações não são minimamente comparáveis, pela seguinte razão: Além do que disse acima e exactamente por causa disso, o Spawn 1 teve mais de um milhão de tiragem. Não me devo enganar muito se disser que este nem 1/10 deve ter. Muitos comics desta época tem boas hipóteses de serem realmente raros daqui a uns anos (e há uma criatividade imbatível).
Quanto ao ser fraco argumentista, é bem verdade. Em 1993, os críticos queixaram-se dos argumentos bem menos que estrelares do Spawn. A resposta de McFarlane foi ir buscar os melhores — Dave Sim, Alan Moore, Frank Miller, Neil Gaiman… Este último saiu-lhe caro.


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Optimus Prime
05 de Novembro 2008 / 18:15

“As situações não são minimamente comparáveis, pela seguinte razão: Além do que disse acima e exactamente por causa disso, o Spawn 1 teve mais de um milhão de tiragem. Não me devo enganar muito se disser que este nem 1/10 deve ter. Muitos comics desta época tem boas hipóteses de serem realmente raros daqui a uns anos (e há uma criatividade imbatível).”

Pois é falta saber quanto exemplares editaram para se calcular o nível de sucesso e só esta esgotado na Diamond a distribuidora pode ser facilmente encontrado em comic shops quer nos USA quer aqui (muito NEWSARAMA),tal e qual como aconteceu com o 1 numero da fase anterior,facilmente encontrado em tpb.Eu não acredito muito nessa raridade do comic justamente por causa das N Reediçoes em TPB ou HC,ou Absolute,ou Ominibus,etc


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José Rui Fernandes
05 de Novembro 2008 / 18:28

“Eu não acredito muito nessa raridade do comic justamente por causa das N Reediçoes em TPB ou HC,ou Absolute,ou Ominibus,etc”
Em que é que as reedicções tornam menos raro um comic esgotado natural ou artificialmente? Os coleccionadores não querem saber das reedições para nada. Estive a consultar os números do Spawn e o 182 nem aos 20.000 chegou. Não sei que reforço existiu nessa suposta nova fase, mas parece-me um bom candidato a ser raro no futuro, se a procura se confirmar.
Quanto ao facilmente encontrado, ainda agora saiu. Vamos ver muito em breve.


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Optimus Prime
06 de Novembro 2008 / 02:19

“Em que é que as reedicções tornam menos raro um comic esgotado natural ou artificialmente? Os coleccionadores não querem saber das reedições para nada.”

So se forem os mais ferrenhos porque tem curiosidade pela historia espera o tpb.


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José Rui Fernandes
08 de Novembro 2008 / 04:04

Já tinha comentado e não apareceu…

Há vários mercados dentro da bd. O nosso, na livraria, é essencialmente de leitores e nesse particular podes ter razão. Mas estás a falhar completamente o ponto dos coleccionadores. Ninguém colecciona “à séria” TPBs.
Tudo o que exista em comics, eu só compro comics. Em raríssimas excepções já clássicos como Watchmen, Dark Knight e pouco mais, tenho comics e edições múltiplas posteriores. Nos comics nem toco!

Se este Spawn tiver muitos leitores a comprá-lo, é mais um factor que vai contribuir para a sua raridade futura. Ser um NM/M 9.8 ou um 8.0 faz toda a diferença para quem colecciona. Pelo que li, parece-me um bom candidato a ser raro — resta saber a tiragem.

A banda desenhada como investimento merecia alguma atenção, principalmente neste tempo de turbulência. A ver se tenho algum tempo para escrever mais alguma coisa sobre isso.


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José Rui Fernandes
08 de Novembro 2008 / 04:08

Outra nota: Já vi à venda o conjunto de cinco capas variantes por $499,99 (ouch!).
Também já saiu a segunda edição. Pela tua tese, nunca será raro. Pela minha, a primeira edição não só será rara como será procurada (será a procura a determinar a sua raridade).


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Optimus Prime
08 de Novembro 2008 / 17:07

“Há vários mercados dentro da bd. O nosso, na livraria, é essencialmente de leitores e nesse particular podes ter razão. Mas estás a falhar completamente o ponto dos coleccionadores. Ninguém colecciona “à séria” TPBs.
Tudo o que exista em comics, eu só compro comics. Em raríssimas excepções já clássicos como Watchmen, Dark Knight e pouco mais, tenho comics e edições múltiplas posteriores. Nos comics nem toco!”

Muita gente colecciona a seria tpbs quer sejam nacionais ou importados e alguns que ate defendem que as EDIÇÕES PREMIERES algumas com mais que uma capa variante tipo (Marvel Zombies) e semelhantes vão valer muito dinheiro, daqui a uns anos,uma tatica semelhante as capas variantes da decada passada,mas a Marvel por exemplo ja reeditou New X-men n vezes em diversos formatos de Hc e SC,e mantem o titulo no seu catalogo quem quiser ler compra a ultima edição a venda na loja e não vai pagar balurdios pela 1a edição por exemplo,esse cenario era impensavel uma decada atras aonde os comics so saiam no formato comic e não eram reeditados.
Porque cada reedição acaba por desvalorizar a antiga é para isso que elas existem,a ASA fez isso com Bluebrrry da ASA/Publico que acabou com a especulação em diversos álbuns raros da Meriberica por Exemplo,
E foram os “especuladores” que na década passada levaram o mercado aonde se viu porque para muitos os números 1 da Image iam valorizar-se de uma maneira incrível como era apresentado nas Wizards e outras criaram esse mercado porque muitos compravam nem sequer liam o comic e passado uns meses já queriam vender esse comics a preços loucos,ja nem falo das “mariquices” das capas quadruplas,holograficas,etc


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Optimus Prime
08 de Novembro 2008 / 17:09

E Watchmen vai ser reeditado em comic pela DC Com o preço de capa de 1.50 dolares.


Comentado por
José Rui Fernandes
08 de Novembro 2008 / 17:47

Muita gente colecciona a seria tpbs quer sejam nacionais ou importados e alguns que ate defendem que as EDIÇÕES PREMIERES algumas com mais que uma capa variante tipo (Marvel Zombies) e semelhantes vão valer muito dinheiro

Talvez. Alguns absolute valem. Mas duvido que alguma vez venham a valer mais que a edição original. A realidade desmente isso todos os dias. Mas também me podes dizer que cada qual colecciona aquilo a que pode aceder, quer de facto quer em termos de condições económicas. Aceito isso.

quem quiser ler compra a ultima edição a venda na loja e não vai pagar balurdios pela 1a edição por exemplo

Quem quiser ler. Mas as pessoas não estão a comprar Watchmen a $200 USD para ler. E muito menos a colecção em CGC 9.8 a $7.500 USD para ler. Para isso compram o TPB (que de resto vende às centenas de milhar).

Porque cada reedição acaba por desvalorizar a antiga é para isso que elas existem,a ASA fez isso com Bluebrrry da ASA/Publico que acabou com a especulação em diversos álbuns raros da Meriberica por Exemplo

Ora aí está uma novidade… Onde havia especulação de álbuns da Meribérica? Desconheço essa realidade.
Conheço a realidade americana. O dia a dia desmente o que dizes todos os dias. Comics chave valorizam todos os anos, mais ou menos. Na pior das hipóteses ficam na mesma. Podem reeditar o que quiserem.
Mas nota que sou totalmente a favor das reedições. A banda desenhada é para ler e é isso que eu defendo. Não podes é ignorar a vertente do coleccionador e até do investidor.
Pessoalmente nem me considero um coleccionador, sou mais um ajuntador. Mas não é por isso que deixo de ler bd praticamente todos os dias. Só não leio mais porque não posso.

Como disse sobre o Spawn, a Image nasceu e cresceu numa conjuntura que até agora não se repetiu. Dificilmente esses comics serão raros nas próximas décadas. O que não quer dizer que algumas variantes e algumas condições (9.8 para cima) não o sejam e não sejam procurados (que são de facto, incluindo o Spawn 1 CGC 9.8 a $75-$150, até já vendemos um no Mundo Fantasma).
Por acaso gostava (e gosto) bastante das capas com “efeitos especiais”. Tornavam as revistas muito apelativas.

E Watchmen vai ser reeditado em comic pela DC Com o preço de capa de 1.50 dolares.

E então qual é a tua previsão para o preço da primeira edição dos comics e CGCs? Quem os tem deve vendê-los antes que o preço venha por aí abaixo? Aconselhas a vender os meus a $200 USD? É que também temos sete números em CGC 9.8 e não queria perder diheiro.


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Optimus Prime
10 de Novembro 2008 / 04:55

“Quem quiser ler. Mas as pessoas não estão a comprar Watchmen a $200 USD para ler. E muito menos a colecção em CGC 9.8 a $7.500 USD para ler.”

Pode ate ser,mas para mim isso não faz sentido. :(

“Ora aí está uma novidade… Onde havia especulação de álbuns da Meribérica? Desconheço essa realidade.”

Miaus e alfarrabistas e afins,foi discutido no forum central comics sobre na altura das novas ediçoes. :)

“Não podes é ignorar a vertente do coleccionador e até do investidor.”

Não estou a ignorar estou a racionalizar o que aconteceu na decada passada.e FOI MUITO MAU, :(

“Por acaso gostava (e gosto) bastante das capas com “efeitos especiais”. Tornavam as revistas muito apelativas.”

Ja eu do que li detestei especialmente um X-men Ou Uncanny X-men,com a Storm vs Marrow uma Morlock com arte do Maudureira e do Lobedell. :(

“E então qual é a tua previsão para o preço da primeira edição dos comics e CGCs? Quem os tem deve vendê-los antes que o preço venha por aí abaixo? Aconselhas a vender os meus a $200 USD? É que também temos sete números em CGC 9.8 e não queria perder diheiro.”

Eu não digo nada,mas a dc diz:

“WATCHMEN #1 NEW PRINTING

Written by Alan Moore, art and cover by Dave Gibbons.

A new printing of the comic book that started it all: Watchmen #1, available as a stand-alone comic for the first time in years at its original cover price of $1.50! This is a great way to introduce curious readers to the phenomenon that is Watchmen!

32 pages, $1.50, in stores on Dec. 3.”


Comentado por
José Rui Fernandes
11 de Novembro 2008 / 01:32

Pode ate ser,mas para mim isso não faz sentido. :(

Ora aí está.

Miaus e alfarrabistas e afins

Precisava de ver números dessa especulação. Está a parecer-me algo bizarro.

Ja eu do que li detestei

Isso é levar o julgar o livro pela capa ao extremo. Eu só disse que os comics se tornavam apelativos. Mas 99% não são a minha onda, portanto… A história seria igualmente má com uma capa normal, ou não?

Eu não digo nada

Dizes. Segundo a tua tese, estas reedições tornam os comics “não raros”.
Dou outro exemplo: O Sandman está sempre acessível. Sempre e constantemente reeditado. Um Sandman 1 CGC 9.8, nas calmas, $400-$500USD. Onde está a desvalorização? São exemplos que quem quer ler compra a reedição, quer quer coleccionar compra a primeira edição. E uma coisa não prejudica, nem anula a outra. São diferentes.


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Optimus Prime
11 de Novembro 2008 / 17:39

“Precisava de ver números dessa especulação. Está a parecer-me algo bizarro.”

Andavam a volta dos 150 euros as ediçoes mais raras.

“Isso é levar o julgar o livro pela capa ao extremo. Eu só disse que os comics se tornavam apelativos. Mas 99% não são a minha onda, portanto… A história seria igualmente má com uma capa normal, ou não?”

A capa ate gostava dela,ao ponto de a usar como poster no meu quarto,ainda durou uns anos,so saiu depois de umas obras e uma pintura nova a casa e a parede.
O Recheio foi para o CAIXOTE DO LIXO.

“Dizes. Segundo a tua tese, estas reedições tornam os comics “não raros”.
Dou outro exemplo: O Sandman está sempre acessível. Sempre e constantemente reeditado. Um Sandman 1 CGC 9.8, nas calmas, $400-$500USD. Onde está a desvalorização? São exemplos que quem quer ler compra a reedição, quer quer coleccionar compra a primeira edição. E uma coisa não prejudica, nem anula a outra. São diferentes.”

Mas quem comprar a edição original e quiser ler tem que comprar em duplicado ou triplicado,quer seja em tpb ou comic que a dc reedita,eu sei que a loja vive disso. :)
Mas por exemplo o Spawn 1 e 185 nunca seram um Action Comics 1 ou Amazing 15,etc e foi por serem apresentados assim que a bolha estoirou no BOOM da Image e os seus números 1s,e dos Heroes Reborn 1s,Superman Red e Blue etc,etc


Comentado por
José Rui Fernandes
11 de Novembro 2008 / 23:18

Andavam a volta dos 150 euros as ediçoes mais raras.

O conceito de edição rara da Meribérica (ou seja, edição onde a procura é muito mais que a oferta) não me está a entrar na cabeça. E desculpa, mas não me acredito que alguém dê 150,00€ por um álbum da Meribérica para ler. Quem dá esse dinheiro, por um álbum, um comic (ou seja 10x mais), é para guardar e coleccionar. Tu viste isso, ou contaram-te?

Mas quem comprar a edição original e quiser ler tem que comprar em duplicado ou triplicado,quer seja em tpb ou comic que a dc reedita,eu sei que a loja vive disso. :)

De forma nenhuma. Devem contar-se pelos dedos de uma mão os clientes que compram duplicados para si próprios.
Não me importava de ter ou desenvolver mais o mercado do coleccionismo. Seria complementar. Já começamos a ter umas centenas de comics cujos preços já não são para o mero leitor que como muito bem dizes, compra o TPB. A solução passa por vender lá para fora, o que vamos fazendo mas pouco (também não temos site em condições ainda).
Se perguntares o que prefiro, prefiro leitores. Mas uns coleccionadores à séria também não fariam mal.

Mas por exemplo o Spawn 1 e 185 nunca seram um Action Comics 1 ou Amazing 15

Já é estranho que chegue estarem na mesma frase… Quer dizer, está a comparar algo incomparável. Já expliquei também porque mesmo o Spawn 1 e 185 são incomparáveis.
A esse propósito, tenho observado que um conjunto de 5 capas variantes do 185 (nós recebemos 3 diferentes apenas) estás a vender-se por uns meros $250 USD. Repara que isto acontece num país onde as pessoas estão dispostas a correr riscos, o que não é o nosso caso. Quem der $250 por estes comics, espera vendê-los por $500 daqui a uns tempos. Mas pode acontecer pagarem-lhe apenas $50.


Comentado por
Optimus Prime
16 de Novembro 2008 / 02:34

“O conceito de edição rara da Meribérica (ou seja, edição onde a procura é muito mais que a oferta) não me está a entrar na cabeça. E desculpa, mas não me acredito que alguém dê 150,00€ por um álbum da Meribérica para ler. Quem dá esse dinheiro, por um álbum, um comic (ou seja 10x mais), é para guardar e coleccionar. Tu viste isso, ou contaram-te?”

Li no forum,mas não me admira.Tenho um primo medico que pagou algo parecido num alfarrabista por ediçoes pt de TINTIN antigas :)

“De forma nenhuma. Devem contar-se pelos dedos de uma mão os clientes que compram duplicados para si próprios.
Não me importava de ter ou desenvolver mais o mercado do coleccionismo. Seria complementar. Já começamos a ter umas centenas de comics cujos preços já não são para o mero leitor que como muito bem dizes, compra o TPB. A solução passa por vender lá para fora, o que vamos fazendo mas pouco (também não temos site em condições ainda).”

Mas comprar para não ler é ridiculo na minha opinião,eu ja passei por algo semelhante,mas não com as bds.
Resultado abri tudo. :)
Eu estou farto de disser ao Vasco quer com o conteúdo da Loja, fisicase for aos poucos inserido numa loja on-line (Devir,etc) de fácil de manejar iria obter bons resultados.O antigo da Interzona não é fácil de aceder.


Comentado por
José Rui Fernandes
16 de Novembro 2008 / 21:08

Tenho um primo medico que pagou algo parecido num alfarrabista por ediçoes pt de TINTIN antigas :)

Mais uma vez completamente diferente. Os Tintins e edições antigas da Bertrand têm alguma raridade. O tempo, é incontornável. Da Meribérica, não estou a ver… Pode ser que haja meia-dúzia de álbuns procurados.
Bem e mesmo assim, arranjava uma colecção completa Tintim encadernada por 750,00€. Muito barato na minha modesta opinião.

Mas comprar para não ler é ridiculo na minha opinião,eu ja passei por algo semelhante,mas não com as bds.
Resultado abri tudo. :)

Concordo em parte. Eu compro sempre para ler e leio (com cuidado). Nunca comprei nenhum título a pensar que iria valorizar (o último que me lembro foi o Homem-Aranha 9/11 ou a recente mudança de fato — não ligo a isso).
No entanto, o advento do CGC trouxe-me interesse no comprar apenas pela colecção. E gosto de ter nem que seja por razões sentimentais — ando de olho nuns CGCs da colecção do Don Rosa (Pedigree). Ele falou-me dessa colecção e eventualmente vendeu-a toda. Gostava de ter um ou dois comics daí.
Essa do abri tudo, parecem-me figuras de acção :) .

A loja online é um projecto constantemente adiado. Em 2009 vou-me dedicar a diversos projectos online e tenho esperança de a esse também. É nada menos que uma vergonha a nossa página.


Comentado por
José Tavares
18 de Novembro 2008 / 19:05

Eu gosto particularmente deste tema porque sou uma pessoa com um espírito coleccionador (ou ajuntador) enorme. Desde selos a pacotes de açúcar, passando pelos comics (embora aqui seja muito selecto e compro principalmente para ler).
Mas a verdadeira razão pela qual escrevi este comentário é mesmo para saber o que são CGC :) (desculpem a newbisse)

P.S. O que acham do potencial valor do arco (ainda a decorrer) Batman RIP?


Comentado por
José Tavares
19 de Novembro 2008 / 16:55

Ok, já li o artigo sobre CGC :)


Comentado por
José Rui Fernandes
20 de Novembro 2008 / 19:35

A minha opinião é que os comics desta época estão condenados a valorizar. Alguns de uma forma demasiado especulativa para o meu gosto (Spawn 185 deste post, números individuais a $50 USD, conjuntos de cinco capas a $350 USD), outros de forma sustentada. Mas no longo prazo — e muito importante –, em condições perfeitas.
A questão das condições perfeitas para dar um CGC 9.8 por exemplo, é na minha opinião essencial para comics modernos. Não tanto para os Bronze Age e muito menos para mais antigos. Um Hulk 181 CGC 8.5 dá $1.000 USD nas calmas.
A razão principal prende-se com a escassez e a procura. Os comics de hoje vão ser escassos daqui a 10, 20 anos. Não tenho dúvidas. Basta algo como o Spawn 185 e são escassos já hoje. Não tivemos suficientes para os clientes. E agora só segunda edição, que dá para ler, mas tem um valor de colecção muito baixo.
Se eu quando começamos há 16 ou 17 anos, tivesse capacidade financeira para ter investido em títulos chave — também é mais fácil dizer quais são passados uns anos :) –, hoje teria mais capital do que com a mesma verba no banco (e refiro-me em condições normais, não no descalabro financeiro do presente). E como o mercado é global, ou seja, podemos vender para onde eles estão a ser solicitados, acredito que seria possível realizar esse tal capital.
Essa também é um pouco a minha defesa do comic. O potencial de valorização. O paperback, é mero mercado de usados. Como disse, gosto de ler, mas mal não fará ter comics e esperar que eles valorizem :) .


Comentado por
Daniel Lopes
21 de Novembro 2008 / 01:30

Boas

Sempre fui grande fã do titulo Spawn e da potencialidade que a historia pode/podia oferecer. Tenho spawn desde o numero 1 e alegra-me ver esta personagem a chegar ao número 185, tendo ultrapassado vários obstáculos.

Gostar ou odiar só temos é que admirar por haver personagens fora da Marvel ou DC que cheguem a este número.
Quer queiramos ou não, “Spawn” já faz parte da historia e da cultura :) e só por isto acredito que o número irá e deve valorizar. ;)

Abraços


Comentado por
Blog Mundo Fantasma – Os coleccionadores
23 de Novembro 2008 / 18:40

[...] Spawn 185 Esgotado [...]


Comentado por
Optimus Prime
27 de Novembro 2008 / 03:34

“O paperback, é mero mercado de usados.”

Ou o futuro da bd como foi a dos livros.Essas ediçoes duram muito mais que o comic que so sai naquele mes x……… :)

“Gostar ou odiar só temos é que admirar por haver personagens fora da Marvel ou DC que cheguem a este número.
Quer queiramos ou não, “Spawn” já faz parte da historia e da cultura ”

Infelizmente é assim :(,mas da geração Image não é o único que ainda anda ai,com numeração elevada.


Comentado por
José Rui Fernandes
27 de Novembro 2008 / 04:02

Ou o futuro da bd como foi a dos livros.Essas ediçoes duram muito mais que o comic que so sai naquele mes x……… :)

Eu não me queixo, desde que venda, está tudo bem :) .

De qualquer modo, mais uma vez vou ter que contestar com factos: No tempo dos periódicos, a bd vendia mais. E com mais, quero dizer, 10, 20, 100 vezes mais.
Não vejo qualquer tipo de futuro na sociedade do imediatismo. Não se sabe esperar e desfrutar — por nada. Tem que ser tudo para agora e a bd, não é excepção e também por isso tem sofrido.
Foi no tempo dos periódicos, em que a bd era lida página a página e no fim, relida de uma vez só (que gosto que era), que obras primas foram criadas, uma página por semana. Refiro só três: Príncipe Valente, Tintin e Blake & Mortimer. Para já, não há nada igual nem parecido.
Felizmente, muita banda desenhada continua a ser feita por artistas, que demoram o seu tempo a acabar uma história. O periódico, era essencial para providenciar rendimentos mensais a esses artistas (hoje admito que não, mas está tudo em mudança). Se tivessem que esperar um ou dois anos para começar a receber de um trabalho moroso como é a boa bd, a maior parte nunca teria sobrevivido nesta arte.

Quando a durarem mais, os factos também desmentem essa tese. Há comics dos anos 60 em estado novo e álbuns da Meribérica que se desfizeram ao fim do primeiro ano.
Uma publicação, qualquer que ela seja, em mãos cuidadosas, dura uma vida. Mal por mal, se tens preocupações de durabilidade, o capa dura cosido é imbatível.


Comentado por
Optimus Prime
27 de Novembro 2008 / 04:37

“De qualquer modo, mais uma vez vou ter que contestar com factos: No tempo dos periódicos, a bd vendia mais. E com mais, quero dizer, 10, 20, 100 vezes mais.
Não vejo qualquer tipo de futuro na sociedade do imediatismo. Não se sabe esperar e desfrutar — por nada. Tem que ser tudo para agora e a bd, não é excepção e também por isso tem sofrido.
Foi no tempo dos periódicos, em que a bd era lida página a página e no fim, relida de uma vez só (que gosto que era), que obras primas foram criadas, uma página por semana. Refiro só três: Príncipe Valente, Tintin e Blake & Mortimer. Para já, não há nada igual nem parecido.”

É verdade,mas também era muito mais popular e vendia muito mais,achava-se em qualquer quiosque a preços irrisórios.
A actual crise no mercado dos comics foi criado e provocada pelas editoras tradicionais que sofreram uma mudança Imagica. :)

“Quando a durarem mais, os factos também desmentem essa tese. Há comics dos anos 60 em estado novo e álbuns da Meribérica que se desfizeram ao fim do primeiro ano.
Uma publicação, qualquer que ela seja, em mãos cuidadosas, dura uma vida. Mal por mal, se tens preocupações de durabilidade, o capa dura cosido é imbatível.”

Eu não gosto das hcs,lolo,e em algumas edições tipo a Piada Mortal HULK:THE END PREMIERE,parece-me desnecessário e como essas bds eram originalmente fininhas ainda é pior,mas a edIçoes mais grossas que devem compensar,como as que reunem um ano de New Avengers,Ultimates,etc e as mais grossas como as Ominibus e Absolute,embora me parecam dificis de ler devido ao peso. :)
Claro que depende do cuidado da editora (os X-men Gigantes da Abril/cj bastava abrir uma vez para a capa se desfazer)e dos cuidados do comprador. :)


Comentado por
Optimus Prime
27 de Novembro 2008 / 05:37

O unico “mal” do comics é o enferrujar dos agrafes com o passar das decadas.


Comentado por
José Rui Fernandes
27 de Novembro 2008 / 15:56

como essas bds eram originalmente fininhas

Era o chamado prestige format. Talvez o meu preferido de sempre. Muito dos títulos que mais gosto na minha colecção são nesse formato (de cabeça) — Dark Knight Returns, Black Orchid, Blood, M, Hellraiser, Superman For All Seasons, Superman Metropolis, Batman The Cult, Killing Joke…
Gosto dos capas duras, mas não desses gigantescos. De facto há uma parte do mercado que não entendo, mas gosto de os vender :) .


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