Publicado por
Marco Novais

Publicado em
11 de Agosto de 2007

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Vencedores dos Eisners 2007

Já foram anunciados os galardoados deste ano para os prémios Eisner. Este troféu pode ser considerado como o equivalente aos Óscares da banda desenhada.
Nesta 19ª. edição que teve lugar na San Diego Convention e foi apresentada por Sergio Aragonés, destaca-se a DC Comics como o grande vencedor, arrecadando 10 troféus e três partilhados. Outro destaque vai para Ed Brubaker que obteve dois troféus para Melhor Escritor e Melhor Nova Série com trabalhos para a editora Marvel.

Aqui fica uma lista das principais categorias vencedoras:

Melhor Escritor
Ed Brubaker, Captain America, Daredevil (Marvel); Criminal (Marvel Icon)

Melhor Escritor/Artista
Paul Pope, Batman: Year 100 (DC)

Melhor História Isolada (ou One-Shot)
Batman/The Spirit #1: “Crime Convention,” por Jeph Loeb e Darwyn Cooke (DC)

Melhor Série Contínua
All Star Superman, por Grant Morrison e Frank Quitely (DC)

Melhor Série Limitada
Batman: Year 100, por Paul Pope (DC)

Melhor Nova Série
Criminal, por Ed Brubaker e Sean Phillips (Marvel Icon)

Melhor Equipa de Artista/Arte-Finalista
Mark Buckingham/Steve Leialoha, Fables (Vertigo/DC)

Melhor Escritor/Artista de Humor
Tony Millionaire, Billy Hazelnuts (Fantagraphics); Sock Monkey: The Inches Incident (Dark Horse)

Melhor Artista de Capas
James Jean, Fables, Jack of Fables, Fables: 1001 Nights of Snowfall (Vertigo/DC)

Melhor Publicação de Humor
Flaming Carrot Comics, por Bob Burden (Desperado/Image)

Melhor Antologia
Fables: 1001 Nights of Snowfall, por Bill Willingham e vários
(Vertigo/DC)

Melhor Albúm Gráfico – Novidade
American Born Chinese, por Gene Luen Yang (First Second)
Melhor Albúm Gráfico – Reimpressão
Absolute DC: The New Frontier, por Darwyn Cooke (DC)

Melhor Colecção de Arquivo – Tira em Quadradinhos
The Complete Peanuts, 1959-1960, 1961-1962, por Charles Schulz (Fantagraphics)

Melhor Colecção de Arquivo – Comic Books
Absolute Sandman, vol. 1, por Neil Gaiman e vários (Vertigo/DC)

Melhor Edição Americana de Material Internacional
The Left Bank Gang, por Jason (Fantagraphics)

Melhor Edição Americana de Material Internacional – Japão
Old Boy, por Garon Tsuchiya e Nobuaki Minegishi (Dark Horse Manga)


4 Comentários

Comentado por
Bongop
19 de Agosto 2007 / 23:44

Sem querer dizer se é justo ou não, a Marvel – que vende mais – ganha menos prémios, e a DC – que vende menos – ganha mais prémios !
É apenas uma constatação !!
Em relação a serem os Oscares da BD , esquecem-se que existe um mundo de boa e poderosa Bd na Europa, que não é inferior à aquela que é feita nos EUA

Abraço


Comentado por
José Rui Fernandes
20 de Agosto 2007 / 00:29

Esquecem-se quem? Foi o Marco que escreveu este texto. E está coerente, prémios americanos importantes — óscares da bd.
Se fossem prémios importantes europeus seriam os césares da bd, ou os leões de ouro da bd… Isto para fazer uma analogia com o cinema, o que até poderá não ser para todos os palatos. Não estou a ver como foi negada ou esquecida a “poderosa bd na Europa” ou insinuado que seja inferior.

Mas agora que falamos nisso, no presente? Não tenho grandes dúvidas que já viu melhores dias.


Comentado por
Optimus Prime
26 de Agosto 2007 / 19:32

Em Portugal,é obvio que sim,embora grande parte das responsabilidades seja de editoras como a Asa/Vitamina Bd entre outras,a 1a editada varios volumes de varias series mas deixa todas a meio,e agora vende-as em grandes promos e seria bom que series como XIII,Borgia,Largo Winch,Jeremiah fossem editadas e reeditadas na totalidade ajudava a recuperar a credebilidade desse tipo de bd.


Comentado por
José Rui Fernandes
12 de Setembro 2007 / 02:27

O problema das séries a meio, ou de números uns, foi o que mais descridibilizou a edição em Portugal, disso não haja dúvidas. Perderam-se milhares de leitores desse modo, pela mão da Meribérica/Liber. Na ASA, na bd, está parte da equipa da Meribérica ao que consta. Não admira que usem as mesmas tácticas.
Dito isto, também é preciso dizer o seguinte — se os tais números uns vendessem muito, seriam continuados. Mas o que se nota e nós notamos na livraria é que penetrando na colecção, as vendas são inversamente proporcionais aos números editados. Quanto maior o número, menos se vende. Ou seja, o número 1 de uma série se vende mal, o segundo vai vender pior.
Mas, no tempo da Meribérica/Liber, também é bem verdade que muitas séries viáveis foram deixadas a meio para continuar a saga dos primeiros números.
Sei em primeira mão, porque vi, que a Devir fez um esforço assinalável para não deixar nada a meio. E acredito que na VitaminaBD seja idêntico.


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